Mostrando postagens com marcador telefonia celular. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador telefonia celular. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 13 de julho de 2009

Torpedo no celular atrai mais empresas


O mercado de serviços de valor agregado (VAS) ofertados via telefonia celular, como mensagens curtas de texto e acesso à internet móvel, que no mundo movimentam aproximadamente US$ 160 bilhões, vem atraindo as atenções de empresas dos segmentos de tecnologia da informação (TI) e também de telecomunicações para o Brasil, onde o segmento responde por cerca de R$ 700 milhões por ano.

A inglesa Acision, especializada no desenvolvimento de plataformas e programas para o segmento de mensagens de celular (SMS), e que acabou de nomear o executivo Rafael Steinhauser como presidente da empresa para a região da América Latina, aposta no Brasil para crescer, alavancando o volume mensal de envio de torpedos por aparelhos de celular no País. Isso porque o Brasil, se comparado ao restante dos países latinos, é o que menos utiliza serviços de SMS, representando um grande potencial de crescimento deste setor.

De acordo com Steinhauser, a média mundial de mensagens enviadas por usuário ao mês é de 83, enquanto nos países latinos é de 46, e no Brasil, cai para apenas oito, número muito baixo para um país que tem 157 milhões de linhas móveis em atividade, segundo dados da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). O presidente da Acision para a América Latina explica que este ano a expectativa é de que haja um crescimento mundial de 6% no segmento de SMS, ao mesmo tempo em que os serviços de voz devem crescer apenas 4%. "O mercado de mensagens é muito significativo para o mundo do celular, já que hoje cerca de 20% do faturamento global das operadoras vêm desses serviços e 25% do lucro também: é um mercado lucrativo", disse Steinhauser.

No Brasil, a companhia tem todas as operadoras móveis como clientes (as maiores são Vivo, Claro, TIM e Oi) e, em toda a América Latina, são cerca de 50 as operadoras. Aproximadamente 50% de todo o tráfego de mensagens do mundo passam por plataformas desenvolvidas pela Acision, diz a empresa. "Acreditamos que na América Latina existe um grande potencial de crescimento desse mercado", disse o executivo. A nova gestão para a América Latina terá a missão de ampliar a receita da companhia em 20%.

Além do SMS, a Acision também aposta nos segmentos de mensagens de multimídia (MMS), que possibilitam o envio de torpedos com conteúdo mais pesado, como de imagem e de som, que já representam um terço das receitas das operadoras no mundo. Além disso, os esforços estão voltados ao setor de publicidade via celular e banda larga móvel, que deve ser aquecido com a expansão da tecnologia de terceira geração (3G). "Queremos abrir o leque de produtos", comentou o presidente da Acision.
Fonte:DCI.com.br

quinta-feira, 18 de junho de 2009

Brasil ignora recuo na venda de celular e tem 2,9 mi de novas linhas


Apesar de a América Latina ter registrado queda de 28% na venda de celulares no primeiro trimestre deste ano, o Brasil dá sinais de forte recuperação deste mercado, que no mês de maio registrou 2,9 milhões de novas linhas móveis habilitadas, de acordo com apuração prévia da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), divulgada ontem. O resultado expressivo, impulsionado pelas vendas de Dia das Mães, fez com que o País atingisse um total de 157,5 milhões de aparelhos de telefonia celular, ultrapassando os 154 milhões alcançados em abril, quando foram acionadas cerca de 923.504 linhas.

Desta forma, todo o cenário comprova uma tendência já vista e até antecipada pelo DCI, que recentemente ouviu as fabricantes LG e Samsung, as quais, mesmo diante de um cenário retraído, pelo menos no início do ano, anunciaram investimentos e novidades, por acreditarem na recuperação desse segmento, ainda que a passos lentos. A perspectiva maior desses fabricantes de aparelhos móveis e operadoras de celular é que o setor volte a crescer a partir do ano que vem, quando a crise financeira global deverá ter chegado a um patamar menor e algumas economias, principalmente as mais atingidas, ou seja, aquelas fora dos mercados emergentes, deverão começar a dar sinais de recuperação.

No mercado brasileiro de celulares, o desempenho do mês passado, que ocorreu depois de a base de usuários ter registrado, nos quatro primeiros meses do ano, a metade da expansão vista no mesmo período de 2008, marca a primeira vez em que o número de linhas adicionadas no mês supera o do mesmo período. Em maio de 2008, as vendas de novas linhas móveis totalizaram 2,8 milhões, quando a crise ainda não havia atingido a economia nacional.

A Anatel informou, por meio de seu departamento de comunicação, que aguarda os demais resultados a serem encaminhados pelas operadoras, cujo prazo foi finalizado neste dia 15, para compor o resultado consolidado. " O resultado oficial deve ser divulgado nos próximos dias", disse a assessoria da Anatel.

Se o balanço de maio, divulgado ontem pela Anatel, for confirmado no resultado consolidado, o número de novas linhas habilitadas no nos cinco primeiros meses do ano soma cerca de 6,85 milhões, comparado com as 9,6 milhões adicionadas no mesmo período do ano passado.
Fonte:dci.com.br

terça-feira, 10 de março de 2009

TIM faz mistério sobre Intelig em anúncio de “relançamento”


A terceira maior operadora de telefonia celular do Brasil, TIM, inicia na terça-feira sua campanha de “relançamento” em um esforço de marketing e operacional que pode incluir a aquisição da operadora fixa Intelig para reduzir a conta de 4 bilhões de reais por ano que a empresa tem com custos de rede.

Em entrevista com jornalistas para anunciar mudança do mote da TIM de “Viver sem fronteiras” para “Você, sem fronteiras”, o presidente da operadora, Luca Luciani, evitou várias vezes comentar em que nível estão as negociações com o grupo Docas Investimentos, atual dono da rede de cerca de 500 mil quilômetros da Intelig, mas reafirmou a importância da empresa para a TIM.

Segundo o executivo, a Intelig reforçaria a infraestrutura fixa de fibras óticas da TIM no país em momento em que os custos de rede da operadora de origem italiana somam cerca de 1 bilhão de reais por trimestre. Mas ele evitou informar em quanto a TIM poderia reduzir essa conta com a incorporação da Intelig e não informou se a empresa já teria um plano de financiamento para uma eventual aquisição.

Entretanto, ao responder a uma pergunta sobre a possibilidade de um acordo estar garantido para a compra da Intelig, Luciani, bem humorado, sorriu e piscou para a jornalista que fez a questão. Luciani informou que apesar das negociações para uma eventual aquisição da Intelig, a TIM seguirá com os planos para construir redes de anéis de fibra ótica nas principais capitais do país para melhorar sua eficiência no transporte de dados.

A empresa tem orçamento de investimento de 2,3 bilhões de reais no Brasil em 2009, dos quais 60 por cento será destinado à infraestrutura de rede. “Vamos atacar todo o mercado de telecomunicações e o que é fundamental é combinar acesso móvel com fibra ótica”, disse Luciani.

A empresa vai reformular seu portfólio de ofertas a partir do segundo trimestre, segmentando produtos para públicos específicos, como foi o caso do serviço de Internet móvel pré-pago lançado recentemente. O foco da empresa no relançamento está em atrair a simpatia dos clientes e evitar interesse “mercantil” dos usuários por ofertas cada vez mais agressivas.
Fonte: Agência News Free