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segunda-feira, 6 de julho de 2009

Playboy do Brasil chega ao Twitter


A Playboy do Brasil Entretenimento acaba de lançar o seu twitter com o nome “Só para maiores”. A ação faz parte do plano de novas mídias da empresa que, desde o início do ano, já lançou vídeos para celular, DVDs e os portais Clube Sexy Hot e Clube For Man, que servem de porta de entrada para todas as mídias.

Detentora dos canais de conteúdo adulto Sexy Hot, For Man, Playboy TV, Private, Venus e Playboy TV Movies, a empresa tem como objetivo tornar-se referência em conteúdo adulto nesta nova mídia social.

O twitter “so para maiores“ (www.twitter.com/soparamaiores), além de trazer dicas do horário nobre dos seis canais, tem novidades e curiosidades sobre o mundo do sexo, notícias do blog da Bárbara (musa virtual da empresa) e links para entrevistas do Clube Sexy Hot.

“O Twitter é mais uma ferramenta para reforçar as nossas marcas nas mídias sociais. Desde o lançamento da Playboy do Brasil Entretenimento, temos como premissa a convergência de mídias”, explica o gerente geral Mauricio Paletta.
Fonte:adnews.com.br

segunda-feira, 8 de junho de 2009

Ação da OgilvyInteractive para o GRAACC é recorde de views no Twitter

A OgilvyInteractive, agência de marketing digital do Grupo OgilvyOne, criou uma ação para o GRAACC (Grupo de Apoio ao Adolescente e à Criança com Câncer) que em apenas três horas transformou-se num dos dez assuntos mais comentados no Twitter. O resultado recorde foi obtido no dia 15 de maio, primeira fase da estratégia. Intitulada “Pixel Solidário”, a campanha acaba de entrar na segunda fase, com a estréia de hotsite e blogs.

O objetivo da ação é estimular as doações e ajudar o GRAACC a construir um novo hospital. “Já registramos a adesão de 3,5 mil blogueiros e 600 twitteiros, que colocaram a campanha entre as 10 mais twitadas em todo o Brasil”, comemora Michel Lent, que assina a criação da estratégia, juntamente com Ângela Bassichetti, Davi Bertoncello, Eduardo Marques, Marcelo Bruzzesi e Luiz Gimenes. Realizada em parceria com a Boo-Box, empresa especializada em mídias sociais, a campanha convida o usuário a contribuir pela internet ou pelo celular.

Blogs doam espaço e posts. Formadores de opinião doam twits. Usuários doam scraps, e-mails, nicks e todos podem ainda doar um SMS pelo número 49222 (inicialmente só para telefones Claro). “É uma ação totalmente digital, divulgada somente em redes sociais, integrada com mobile”, frisa Ângela Bassichetti, diretora de criação da OgilvyInteractive.

“Estenda a mão você também para as crianças com câncer. Eu doei este espaço e você só precisa doar um SMS”, diz o selo da campanha, que teve o seu plano de mídia totalmente doado pelos veículos. O destaque fica mesmo por conta da estratégia implementada na Rede Social, com a doação de espaços em blogs, twitters, e-mails, entre outros.

A inovação do formato de mídia é da Boo-Box, que dissemina "pixels" por toda a rede. Ao clicar neste "pixel", o usuário vê uma vitrine que se abre com as informações da campanha e aprende como doar. A Boo-Box forneceu, por meio de seus novos formatos de mídia, 100 milhões de cliques. Já o número de SMS, permanecerá no ar por tempo indeterminado, funcionando como ferramenta direta de doação.
Fonte:Revistapublicidad.com

quinta-feira, 16 de abril de 2009

Usando o Twitter além das futilidades

A primeira reação que muitas pessoas têm em relação ao Twitter é de confusão. Por que iriam querer ler mensagens curtas sobre o que alguém comeu no café da manhã? É uma pergunta razoável.

O Twitter tem 14 milhões de usuários diários, que visitaram o site 99 milhões de vezes no mês passado para ler postagens feitas de celulares e computadores.

Individualmente, muitos dos "tweets" - como são chamadas as mensagens de até 140 caracteres enviadas por esse microblog - parecem fúteis. Mas, tomada em conjunto, a corrente de mensagens pode transformar o Twitter numa ferramenta surpreendentemente útil para resolver problemas e dar uma ideia do clima digital. Empresas como a Starbucks, a Whole Foods e a Dell podem saber o que seus clientes pensam de um produto, permitindo a adaptação rápida de campanhas de marketing. Na semana passada, na Moldávia, manifestantes usaram o Twitter como uma ferramenta de comício enquanto em outros países as pessoas olhavam seus tweets para entender o que se passava no país pouco conhecido.

E, no fim de semana, a Amazon.com entendeu a importância de responder ao público do Twitter. Depois que um escritor descobriu que a Amazon.com havia reclassificado seus livros com temas gays e lésbicos como "adultos" e os retirou dos rankings de pesquisas e vendas, irrompeu um protesto nos blogs e no Twitter. A companhia sentiu-se obrigada a responder apesar do feriado de Páscoa, primeiro informando que o problema se devia a "um defeito no nosso sistema", mas depois culpando um "erro infeliz no nosso sistema" que afetou mais de 57 mil livros sobre saúde e sexo.

Logo, as máquinas poderão entrar em contato com o mesmo número de pessoas através do Twitter. Corey Menscher, estudante formado da Universidade de Nova York, desenvolveu o Kickbee, uma faixa elástica com sensores vibratórios que sua esposa grávida usava para alertar o Twitter cada vez que o bebê chutava: "Eu chutei mamãe às 20:05 na sexta-feira, 2 de janeiro!" Menscher agora pensa em vender o produto.

Juntar sensores ao Twitter faz alguns pensarem que o microblog pode ser usado para enviar para casa alertas de segurança ou dizer aos médicos quando o nível de açúcar no sangue ou as batidas de coração estão muito altas. No conjunto, essas transferências de dados em tempo real podem ajudar os pesquisadores médicos. Os médicos já usam o Twitter para pedir ajuda e partilhar informações sobre tratamentos. No Henry Ford Hospital, em Detroit, os cirurgiões e os médicos residentes estavam conectados pelo Twitter durante uma recente operação para remover um tumor cerebral de um homem.

"Uma porção do crânio está sendo removida para dar acesso à dura-máter, uma membrana do cérebro", informou um tweet inicial. Os médicos residentes e os leigos curiosos que acompanhavam on-line perguntaram que música eles ouviam (Loreena McKennitt, uma cantora celta), se o paciente sentia dor no cérebro (não, só pressão) e qual era o tamanho do tumor (do tamanho de uma bola de golfe). Como é comum no Twitter, eles uniram todos seus tweets com um teclado, de forma que qualquer pessoa podia pesquisar a palavra-chave e ler a corrente de mensagens.

"O Twitter deixa as pessoas saberem o que se passa com as coisas pelas quais se interessam de imediato, no momento em que ocorrem", disse Evan Williams, presidente e co-fundador do Twitter. "No melhor dos casos, o Twitter deixa as pessoas mais espertas, mais ágeis e mais eficientes". Williams, junto com outros fundadores, Biz Stone e Jack Dorsey, concebeu o Twitter como uma maneira fácil de permanecer em contato com as pessoas conhecidas.
Fonte:Gazeta Mercantil